Alexandre Curi lança pré-candidatura ao Senado, defende os municípios e critica polarização
Em entrevista no Sudoeste, deputado estadual do Republicanos afirmou que quer ser a voz dos prefeitos em Brasília e cobrou debates estruturantes para o País.
O deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos) oficializou nesta segunda-feira (25) as diretrizes de sua pré-candidatura ao Senado Federal para as eleições de 2026. Em entrevista à Rádio Educadora FM, de Dois Vizinhos, o parlamentar destacou que sua plataforma será baseada na aproximação com os municípios, na busca por recursos federais e no resgate do protagonismo político do Paraná em Brasília.
Conhecido por sua forte articulação junto a prefeitos e lideranças regionais, Curi afirmou que o Senado precisa ouvir quem está na ponta. “Quem conhece a minha vida pública sabe que sou um político presente e resolutivo. Em Brasília, quero ser a voz dos prefeitos e das pessoas”, reforçou.
Defesa do Agro e Pacto Federativo
Entre as principais bandeiras apresentadas pelo pré-candidato estão os investimentos pesados em infraestrutura rodoviária e ferroviária, além do fortalecimento da saúde e do apoio ao agronegócio paranaense.
Curi também levantou a necessidade urgente de discussão de um novo Pacto Federativo, visando dar mais autonomia financeira às cidades. “O desenvolvimento acontece nas cidades. É nos municípios que as pessoas vivem, trabalham e precisam de políticas públicas eficientes. Quem sabe o que uma cidade precisa é quem vive nela”, pontuou.
Críticas ao Cenário de Polarização
O deputado não poupou críticas ao atual ambiente político nacional, alegando que a disputa ideológica cega tem prejudicado o andamento de pautas essenciais para a população. Segundo ele, o foco do País deveria estar na segurança pública, na competitividade econômica e em uma regulamentação justa da reforma tributária.
“Infelizmente, o que vemos hoje é uma polarização permanente, em que um lado tenta destruir o outro, enquanto temas essenciais para o desenvolvimento nacional deixam de ser prioridade”, lamentou.
Para o parlamentar, o setor produtivo e quem gera empregos exigem, acima de tudo, segurança jurídica, previsibilidade e estabilidade institucional para que o Brasil volte a planejar o futuro a longo prazo.






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