Falta "sangue nos olhos": Atlético Marialva decepciona em casa e perde chance de liderar
Com duas vitórias fora e duas derrotas no Bráz Clementino, time precisa recuperar a garra para honrar o apoio do torcedor marialvense.
O resultado não apenas tirou a chance de o time assumir a liderança isolada, como acendeu um alerta vermelho sobre o comportamento da equipe jogando em seus domínios. O futebol é feito de números, mas também de entrega. E no último domingo (03), o que se viu no Estádio Bráz Clementino de Mendonça foi um Atlético Marialva burocrático, que acabou superado pelo CAP Munhoz de Melo por 1 a 0, gol de Vinícius na etapa final.
O resultado não apenas tirou a chance de o time assumir a liderança isolada, como acendeu um alerta vermelho sobre o comportamento da equipe jogando em seus domínios. O cenário atual é curioso e preocupante: o Atlético venceu seus dois compromissos fora de casa, mas perdeu os dois jogos que disputou diante da sua torcida, e olha que o adversário, sem querer desmerecer o Munhoz, não havia ganhado nenhum jogo ainda na competição
Cobrança por Postura
Jogar em Marialva, no Bráz Clementino, deveria ser um pesadelo para os visitantes, mas tem sido o oposto. O time parece sentir o peso da responsabilidade em casa, faltando aquela "garra" característica do futebol amador regional. Para uma equipe que almeja o título, é inadmissível ter 0% de aproveitamento em casa e 100% fora.
A torcida comparece, apoia e espera ver um time que brigue por cada bola como se fosse a última. Contra o Munhoz de Melo, faltou ímpeto para furar a defesa adversária e sobrou passividade.
Classificação e Próximos Passos
Apesar do revés, o Atlético segue no G3 com 6 pontos, mas vê Pinheirão e Sarandi abrirem vantagem no topo com 7 pontos cada.
Confira a tabela atualizada:
Sarandi FC: 7 pts (Saldo de gols imbatível após o 7 a 0)
Pinheirão Multividros: 7 pts
Atlético Marialva: 6 pts
Cambira EC: 6 pts
Itambé / Paiçandu / Munhoz de Melo: 4 pts
O Atlético Marialva folga na próxima rodada e terá tempo para refletir. A comissão técnica precisa ajustar não apenas a tática, mas o psicológico dos atletas. É hora de transformar o Bráz Clementino em uma fortaleza novamente. O talento existe, mas a garra precisa aparecer.






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